7 Estudos que v√£o melhorar seu Marketing Social

7 estudos sobre Marketing Social que vão fazer você repensar suas estratégias. Psicologia do consumidor, Testes, e outras curiosidades. A Guerra do SEO

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Estes dias estava procurando um material de estudo sobre mídias sociais em um dos milhares de canais que assino. Me chamou a atenção a quantidade de estudos que estão sendo publicados sobre o comportamento do consumidor/usuário nesta área.

Esta semana, a Kelsey Jones, do @SEOJournal publicou um material bem legal sobre 7 estudos voltados para a psicologia em social media. Cabe√ßa o conte√ļdo n√©?

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Consultoria SEO A Guerra do SEO

Vamos lá, preparei um resumo bem bacana, que pode dar horas de conversa em sua agência:

1) Todos n√≥s j√° escrevemos algo e n√£o publicamos por “mudar de ideia”

A maioria das pessoas que publica muito em redes sociais j√° se encontrou neste dilema: “E se eu publicar, ser√° que n√£o vai dar algo errado?”

Publicar sobre algo novo, algum assunto que ainda não dominados nos gera alguns sentimentos contrários, como a euforia da descoberta criativa x o medo de falar algo errado ou não agradar a maioria do publico. Para entender mais sobre este sentimento de auto-censura, dois pesquisadores do Facebook realizaram um estudo sobre o assunto. Ou seja: as mensagens que você escreve e nunca publica.

Por 17 dias, eles rastrearam a atividade de 3,9 milh√Ķes de usu√°rios (estudando somente as a√ß√Ķes, e n√£o o que escreviam). Durante a pesquisa, 71% dos usu√°rios escreveram pelo menos uma atualiza√ß√£o de status ou coment√°rio mas decidiram n√£o publicar. Em m√©dia, eles mudaram de ideia em 4.52 dos status e 3.2 coment√°rios.

Estudo Facebook auto-censura
Estes gr√°ficos mostram o n√ļmero de coment√°rios e mensagens censuradas (vermelho) e publicadas (azul) durante o estudo no Facebook.

A teoria¬†destes pesquisadores √© que as pessoas s√£o mais propensas a auto-censura quando sentem que seu p√ļblico √© dif√≠cil de definir. O P√ļblico do Facebook tende a ser bastante diversificado, que faz com que seja quase imposs√≠vel agradar a todos. Os usu√°rios s√£o menos propensos a censurar seus coment√°rios sobre o post de algu√©m, quando o p√ļblico √© mais concreto. Como em grupos de assunto espec√≠fico.

2) Perigo:¬†Emo√ß√Ķes compartilhadas¬†s√£o contagiosas. Especialmente a Felicidade! ūüėÄ

Pesquisadores da Faculdade de Medicina da Universidade da Calif√≥rnia, utilizaram um programa para examinar o conte√ļdo emocional em um bilh√£o de mensagens do Facebook pois mais de 2 anos, particularmente em dias de chuva, quando a chance de posts negativos √© maior.

Este gr√°fico mostra o n√ļmero de mensagens negativas geradas em um dia de chuva em uma cidade e em outras cidades atrav√©s do cont√°gio (indireta). As cidades em azul mostram um cont√°gio maior.
Este gr√°fico mostra o n√ļmero de mensagens negativas geradas em um dia de chuva em uma cidade e em outras cidades atrav√©s do cont√°gio (indireta). As cidades em azul mostram um cont√°gio maior.

Usando registros meteorol√≥gicos, eles foram capazes de ver que as emo√ß√Ķes negativas geradas em postagens no Facebook onde estava chovendo¬†contagiavam e influenciavam o humor de amigos em cidades onde n√£o estava chovendo.

Logo, o que as pessoas sentem e dizem em um lugar pode se espalhar para muitas partes do mundo no mesmo dia.

Mas calma, o mundo não vai virar uma terra de pessoas azedas por causa de um dia chuvoso em alguma cidade no Chile. Nesta mesma pesquisa, eles concluíram que os sentimentos positivos eram ainda mais contagiosos. 

Em n√ļmeros: Uma postagem negativa gera em m√©dia 1,29 mensagens negativas de seus amigos, enquanto as mensagens positivas geram em m√©dia 1,75 mensagens positivas.

Dica: Seja sempre positivo nas mensagens de sua empresa. Tome cuidado e resolva imediatamente algum feedback negativo.

3) A primeira impress√£o… √© a mais importante.

A foto foto que voc√™ escolhe para apresenta√ß√£o em uma rede social ser√° respons√°vel pela primeira impress√£o que as pessoas ter√£o de voc√™. Parece √≥bvio, mas um estudo da Psycchological Science descobriu que n√≥s tiramos conclus√Ķes sobre uma pessoa, atrav√©s de sua foto, em menos de um segundo (40 milisegundos, na verdade).

Os pesquisadores usaram fotos parecidas, mas com um ligeiras altera√ß√Ķes faciais. Eles pediram aos participantes de uma pesquisa online, para visualizar e votar em v√°rias caracter√≠sticas como atratividade, compet√™ncia, criatividade, confiabilidade e intelig√™ncia.

Os participantes do estudo mudaram de idéia sobre qual dos dois indivíduos retratados era mais extrovertida ou de confiança depois de ver apenas um pouco diferentes fotos.
Os participantes do estudo mudaram de idéia sobre qual dos dois indivíduos retratados era mais extrovertido ou que passava mais confiança depois de ver as fotos de forma um pouco diferente.

O Estudo mostrou que mesmo pequenas varia√ß√Ķes na express√£o facial em uma foto pode levar a grandes mudan√ßas na percep√ß√£o da imagem.

4) A maioria de n√≥s √© seletivo ao compartilhar conte√ļdo online.

Quase 1/4 dos usu√°rios de redes sociais em todo o mundo (24%) compartilham “tudo” ou a maioria das coisas que recebem, de acordo com a¬†pesquisa de marketing da empresa Ipsos.

Esta pesquisa também fala que 19% dos compartilhamentos são consequência do compartilhamento de pessoas com maior expressão. Mas este valor é relativo em cada país.

O Washington Post observou uma rela√ß√£o entre o grande n√ļmero de compartilhamentos “oversharing” e a penetra√ß√£o da internet. Digamos que tanto mais online as pessoas ficam, menor √© a taxa de compartilhamento de conte√ļdo.

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5) Melhora na auto-estima, ou piora total

Um estudo realizado pelo Dr. Stephanie Tobin da Universidade da Escola de Psicologia da Queensland descobriu que a participação ativa em redes sociais deu aos usuários um maior senso de conexão (fazer parte de algo).

No estudo, os pesquisadores levaram um grupo de usuários do Facebook que postam com frequência e pediu para uma metade permanecer online, enquanto a outra metade foi instruída a simplesmente observar seus amigos que ainda estavam ativos no site.

No final do estudo, as cobaias que não haviam postado no Facebook por dois dias relataram ter uma experiência negativo no seu bem-estar pessoal.

“Redes sociais como o Facebook, que tem mais de um bilh√£o de usu√°rios por m√™s, d√£o √†s pessoas lembran√ßas imediatas de suas rela√ß√Ķes sociais e permite com que eles se comuniquem com outras pessoas, sempre que tiverem vontade”, disse Tobin.

Outro estudo relata que os participantes que postaram coisas, mas n√£o receberam nenhuma resposta ou feedback em seu conte√ļdo, tamb√©m sentiram efeitos negativos em sua auto-estima.

6) A excitação leva ao compartilhamento

Sabemos que os sentimentos negativos como a raiva e o medo s√£o mais propensos a serem compartilhados nas redes sociais.

O motivo, segundo o estudo de Jonah Berger √© que “a excita√ß√£o, ou estresse emocional ativa o nosso sistema nervoso. Desta forma, compartilhamos uma not√≠cia ruim pode nos dar a impress√£o de que estamos nos desfazendo disto e, por conseq√ľ√™ncia, nos libertar deste estado.”

Nos dois estudos lado-a-lado, alguns participantes assistiram a v√≠deos preparados para ativar as suas emo√ß√Ķes, enquanto outro grupo assistiu a v√≠deos neutros. No primeiro grupo, alguns participantes se sentiram desconfort√°ves e se levantaram, enquanto outros ainda se se mantinham sentados. Em seguida, todos os participantes de ambos os estudos foram questionados sobre qual a probabilidade de compartilhar um artigo pr√©-selecionados (ou simplesmente dar o artigo para compartilhar com as pessoas que eles gostavam).

emas em dois estudos relacionados mostrou mais vontade de compartilhar quando eles estavam em estados de maior excitação. No primeiro gráfico, a excitação era emocional baseado em videoclipes tinham visto. Na segunda carta, a excitação é participantes físicas correu no lugar por um minuto.
Os¬†dois estudos relacionados mostraram uma¬†maior vontade de compartilhar o conte√ļdo quando os participantes¬†estavam em um estado de estresse emocional. No primeiro gr√°fico, a excita√ß√£o era emocional baseado em video-clipes. No segundo, a excita√ß√£o √© f√≠sica.

“A excita√ß√£o √© um estado aversivo, por isso as pessoas querem sair dela atrav√©s da partilha”, disse Berger. “A mis√©ria adora companhia, e assim faz qualquer tipo de sentimento afetar profundamente as pessoas”.

Resumo: Os sentimentos s√£o algo natural nos seres humanos. Tudo que os desperta (medo, raiva, amor, fome) tem uma chance maior de ser compartilhada pela necessidade de tentar saciar estes sentimentos.

7) Todo mundo quer falar

Todo mundo quer falar algo. As pessoas gostam de falar delas mesmas. O fascínio de falar de si fez com que os neurocientistas de Harvard relatassem que não podemos deixar de partilhar os nossos pensamentos, ele aciona a mesma sensação de prazer em nossos cérebros como comida e dinheiro.

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Quando falamos de nós mesmos, o centro do prazer do cérebro se ilumina da mesma maneira que faz quando se pensa em comida, dinheiro e sexo.

Estudos demonstram que as pessoas est√£o dispostas a abrir m√£o de dinheiro para poderem falar de si.

Pesquisadores descobriram que 80% das mensagens das redes sociais s√£o an√ļncios de experi√™ncias pr√≥prias.

Concluindo este post

Sim, Social Media é muito mais que ficar no Facebook postando banners e vendendo produtos. Conhecer a psicologia do seu consumidor pode dar grandes respostas e planos para o desenvolvimento de campanhas com engajamento social.

Qual é a sua opinião sobre estes estudos? Você leu alguma coisa recentemente que possa nos ajudar? Comente ai em baixo!

Para quem quer ver o material completo (em inglês) basta acessar aqui: 7 Social Media Psychology Studies That Will Make Your Marketing Smarter

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